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Óleo de Canola - PERIGO!

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30
Nov
2013

A polêmica do óleo de canola

Com certeza você já ouviu falar que o óleo de canola é o melhor que tem, né? Afinal de contas, no rótulo aparece até escrito “aprovado pela associação de cardiologistas”. Além disso, ele é o óleo vegetal mais caro e tudo que é mais caro é melhor, certo? Sem contar os inúmeros profissionais, inclusive da área de saúde, amigos e vizinhos que não se cansam de falar suas vantagens: “Não aumenta o colesterol, tem muito ômega 3 etc etc etc”. Mas será mesmo que o óleo de canola é tão bom assim?

Para começar a responder essa dúvida, vou fazer outras perguntas e você vai respondendo comigo, por favor.

- O óleo de soja é feito de que? – De soja.
- O óleo de milho é feito de que? – De milho.
- O óleo de girassol é feito de que? – Das sementes do girassol.
- E o óleo de canola é feito de que? - ? ? ?

Se você se perguntou se “existe canola”, você está no caminho certo. E a resposta é: não, não existe. Canola não é uma planta, é uma sigla que vem de Canadian Oil Low Acid, é um nome comercial. É uma invenção canadense que vem de uma planta geneticamente modificada chamada colza. A colza é essa plantinha amarela aí embaixo e ela é resultado do cruzamento de várias subespécies de plantas da mesma família (pertence à família da mostarda). Dessa forma, o óleo de canola é produzido através da hibridação da colza.

De onde surgiu o óleo de canola? Porque faz tão mal?

Na tentativa de buscar óleos saudáveis, o Canadá começou a investir nos óleos monoinsaturados (como o óleo de oliva, ou seja, o azeite), afinal os estudos mostravam que eles eram mais saudáveis que os óleos poli-insaturados (como o óleo de soja e de milho). Como o azeite é muito caro e não haveria azeite suficiente para abastecer o mundo todo, tentaram criar um novo óleo. Foi aí que perceberam que o óleo de colza era um óleo monoinsaturado e que já tinha sido usado em várias partes do mundo.

Mas o grande problema é que quase dois terços desses óleos monoinsaturados presentes na colza é o ácido erúcico, um ácido extremamente tóxico e com grande associação a problemas no coração (lesões fibróticas).

O que ninguém dizia também é que o óleo de colza não é um óleo comestível, ele é um óleo industrial! Sabe onde é usado? Na produção de velas, sabonetes, tintas e até lubrificantes e biocombustível. Mas aí o que a indústria e o governo canadense fizeram? Fizeram essa colza geneticamente modificada, deram o nome de canola que, até então, teria poucas quantidades de ácido erúcico e então o problema estava resolvido. O marketing entra em massa, troca o nome do óleo de colza (conhecido como industrial) por óleo de canola e os médicos e nutricionistas nos convencem a usá-lo... erro atrás de erro!!! O óleo de canola tem menos ácido erúcico que o óleo de colza sim, mas essa pouca quantidade já é suficientemente tóxica e, pra piorar novamente, o efeito é cumulativo (os sintomas podem demorar 10 anos para aparecerem). Já existem trabalhos relacionando o óleo de canola com inúmeras enfermidades: problemas no câncer, câncer de pulmão, atraso no crescimento.

Inclusive é por isso que o FDA proíbe o uso do óleo de canola em fórmulas infantis como NAN!

E os alimentos que contem óleo de canola como ingrediente?

Essa é outra coisa que devemos ficar atentos. Não adianta só deixar de usar o óleo de canola. Se você estiver ingerindo algum alimento que o contém na sua composição, o problema é o mesmo. Vamos entender o motivo.

Grande parte do óleo de canola utilizado nos alimentos processados foi endurecida através do processo de hidrogenação, o que introduz altos níveis de ácidos graxos trans. Esses altos níveis de ácidos graxos trans significam maior tempo de validade dos alimentos, textura mais crocantes (principalmente em biscoitos) e, claro, maior riscos de doenças crônicas. Portanto, fique de olho nos rótulos!

Mas e ômega 3?

É verdade que dentre esses óleos vegetais mais conhecidos, o óleo de canola é um dos que tem maior quantidade. No entanto, grande parte desse ômega 3 é transformado em gordura trans durante o processo de desodorização.

(Curiosidade: sabia que a gordura trans, reconhecida como um dos agentes “nutricionais” mais nocivos, já é proibida na Califórnia – EUA)?

Esse processe de desodorização é isso mesmo que você entendeu: tirar o odor, no caso, o mau cheiro. Devido ao elevado teor de ômega 3, o óleo de canola poderia ficar mais rançoso e mais mau cheiro facilmente quando exposto a alta temperatura e oxigênio mais – para que isso não aconteça é feita essa desodorização. Do que podemos concluir que, então, ao desodorizar, retira-se muito ômega 3.

E nem todos os fabricantes fazem esse processo de desodorização como deveria. Vocês que já utilizaram óleo de canola perceberam que ele deixa um cheiro rançoso na roupa? Pois é!

Chega de desvantagens, né?

Pior que não. Ainda tem mais... e essa costuma ser a que mais assusta as pessoas.

Já ouviu falar de um gás tóxico e mortal utilizado durante a 1ª Guerra Mundial? O gás mostarda? Adivinha do que ele é feito?! Sim, da colza! Sim, a mesma planta que produziu um gás mortal produz o óleo de canola que está na mesa, apesar de a indústria canadense afirmar que a hibridização eliminaria esse problema. No entanto, olhe a descrição do gás mostarda: é uma substância incolor, líquida, oleosa, muito pouco solúvel em água; quando impuro apresenta coloração amarela – é considerado classe 1, ou seja, não há outro “uso” exceto em guerra química.

Ah..., mas o óleo de canola faz bem pro coração!

Mentira! O óleo de canola pode até aumentar o colesterol e causar problemas cardíacos. Isso acontece porque um dos principais contribuintes para esses distúrbios são os processos inflamatórios que se instalam nas artérias e demandam que o corpo direcione suas moléculas de colesterol (as que o nosso próprio corpo produz), que são utilizados na tentativa de amenizar essa inflamação. Se continuamos com os causadores dessa inflamação (má alimentação, estilo de vida ruim etc), o corpo continua enviando colesterol para tentar minimizar os efeitos da inflamação e vai se acumulando gradativamente até entupir os vasos.

Chega, né!

Acredita que tem mais? O óleo de canola também produz déficit da vitamina E, uma substância antioxidante. E, além disso tudo, ele é altamente inflamatório. Ou seja, se é uma bomba para todo mundo, imagina para nós que já temos uma doença inflamatória.

Alguns estudos já estão mostrando os possíveis efeitos do consumo do óleo de canola. Um possível efeito a longo prazo é a destruição da bainha de mielina, o revestimento de proteção no cérebro, em torno dos nervos. Outros possíveis efeitos são:

Tremores e agitação
Falta de coordenação ao caminhar ou escrever
Fala arrastada
Deterioração dos processos de memória e pensamento
Redução ou difusão da audição
Dificuldade para urinar ou incontinência urinária
Problemas respiratórios ∕ falta de ar
Crise nervosa
Dormência e formigamento nas extremidades (mãos e pés)
Problemas no coração ∕ arritmia cardíaca
Deficiência de vitamina E
Enfraquecimento do sistema imunológico.

Portanto, tiramos 2 lições importantíssimas:

1)    Não acreditar em tudo que o marketing e a mídia nos impõe. Infelizmente, a realidade é que grande parte das empresas alimentícias estão preocupadas mais com o dinheiro que com a nossa saúde. Sejamos críticos e antes de acreditar em tudo que nos falam, vamos pesquisar!
2)    Se você comprou óleo de canola, jogue fora (mas vamos lembrar da sustentabilidade e fazer o descarte correto)!! Se não comprou, continue assim.

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