Você está aqui: HomeDisplaying items by tag: colonoscopia
%AM, %04 %463 %2012 %10:%Fev

Constipação Intestinal

Popularmente chamada “prisão de ventre”, é uma situação em que o paciente evacua com pouca frequência (uma vez a cada três ou quatro dias ou mais) e sob grande esforço, fezes excessivamente duras e pequenas. Essa “prisão de ventre” é apenas um sintoma e não uma doença em si mesma e ocorre em virtude de outras doenças ou da diminuição do conteúdo de líquido nas fezes.

Quais são as causas da constipação intestinal?

As causas da constipação intestinal podem ser alterações estruturais ou funcionais e cada uma delas pode ser aguda ou crônica. As alterações estruturais são detectáveis pelos métodos de investigação por imagens, como radiografias, tomografias computadorizadas, ressonâncias magnéticas, endoscopias, microscopias, etc. As alterações funcionais são representadas por modificações nos movimentos intestinais que conduzem o alimento através do intestino e podem ser percebidas usualmente ao exame clínico. Na maioria das vezes, são de curta duração e ocasionadas por mudança alimentar, pós-operatórios, falta de exercícios, gravidez, obesidade, quadros febris, medicações, etc. Algumas alterações funcionais crônicas são ditas idiopáticas, porque não se consegue determinar a causa delas e correspondem àquilo que o leigo costuma chamar de “intestino preguiçoso”.

A constipação também é causada por uma alimentação pobre em fibras, baixa ingestão de líquidos, hábitos sedentários, certas doenças (hipotireoidismo, diabetes, insuficiência renal crônica, etc.), medicamentos (antidepressivos, opiáceos, alguns anti-hipertensivos, etc.), patologias neurológicas ou musculares e situações psiquiátricas como depressões e demências.

Há pessoas que se queixam de constipação intestinal apenas quando se encontram em ambientes estranhos ou quando alteram sua rotina e alegam que ele se normaliza quando retornam às suas atividades normais.

Quais são os principais sinais e sintomas da constipação intestinal?

O que uma pessoa com constipação intestinal sente varia muito de um indivíduo para outro e num mesmo indivíduo, ao longo do tempo. As pessoas podem se queixar de passar dias sem esvaziar os intestinos, dificuldades ou lentificação para evacuar, às vezes desde a infância, dores abdominais ao evacuar, sensação de evacuação insatisfatória, necessidade de ajuda manual para extrair as fezes, eventuais sangramentos ao evacuar ou proceder à higiene, em razão do rompimento de pequenos vasos sanguíneos, desconforto abdominal, eliminação de muco e/ou sangue, etc. Além disso, as pessoas se queixam de inquietude, indisposição, dor de cabeça e alterações do humor, entre outras alterações comportamentais.

Como o médico diagnostica a constipação intestinal?

Quando um paciente queixa-se de constipação intestinal, o passo inicial deve ser o levantamento da história do paciente, seguido de um exame clínico minucioso, para que o médico possa determinar as causas desse sintoma. É importante conhecer o hábito evacuatório do paciente ao longo do tempo, bem como as características das fezes passadas e atuais e se há ou não a presença de muco, sangue ou pus.

O toque retal e a retoscopia são exames mandatórios. As investigações devem prosseguir com exames de sangue, que também podem ser úteis para o controle da evolução do tratamento. As radiografias contrastadas do intestino são muito úteis, mas podem ser substituídas com vantagens pela colonoscopia, sempre que ela esteja disponível. Um estudo da motilidade intestinal pode ser realizado por meios próprios (exame radiológico intervalado, manometria anorretal, eletromiografia, etc.).

Como o médico trata a constipação intestinal?

Como medida mais radical, deve-se procurar tratar ou corrigir as enfermidades causais da constipação intestinal. Algumas medidas adicionais podem ser adotadas: diminuir a dose ou alterar o tipo de medicamento que possa estar causando o problema, aumentar a ingestão de fibras, ingerir alimentos com propriedades laxativas, usar laxativos orientados pelo médico, etc. Os supositórios e lavagens intestinais têm indicações precisas e só devem ser usados sob orientação médica. Meios cirúrgicos podem ser usados em casos de lesões obstrutivas ou de lesões anais dolorosas.

Um caso especial de dificuldade de evacuar é o fecaloma (acúmulo de fezes endurecidas e secas no reto), que pode ocorrer em pacientes idosos, psiquiátricos ou neurológicos. A solução demanda o uso de lavagens intestinais e supositórios, mas pode exigir uma descompactação manual das fezes, sob sedação ligeira. 

Como prevenir a constipação intestinal em adultos?
     Alguns conselhos são importantes para evitar a constipação intestinal:

  > Procure evacuar com regularidade, em horários pré-estabelecidos, mesmo que não esteja com “vontade”. É importante criar este hábito.
  > Acrescente à sua dieta a ingestão regular de alimentos contendo fibras como cereais integrais, pão integral, arroz integral, macarrão integral, legumes, verduras, frutas e sementes de linhaça.
  > Aumente a ingestão de líquidos diários para pelo menos seis a oito copos de água por dia, além de sucos naturais.
  > Procure tratar as enfermidades causais subjacentes.

Quais são as complicações possíveis da constipação intestinal em adultos?

A constipação intestinal pode levar a complicações como diverticulose, hemorroidas, fissuras anais e mesmo câncer do intestino. 

Published in Entertainment
%AM, %02 %041 %2015 %00:%Out

A Importância da Rastreabilidade

A rastreabilidade para algumas indústrias é uma exigência legal. Além disso, é um elemento básico em planos de segurança e de gestão da qualidade na organização.

Estabelecer um bom sistema de rastreabilidade, mesmo quando problemas não estão previstos é útil para segurança do paciente, e para mostrar responsabilidade sob o serviço ofertado. Um bom sistema de rastreabilidade garante controle completo sobre a complexidade de informações e materiais utilizados no procedimento.

Mas afinal o que é rastreabilidade?

Rastreabilidade nada mais é que a capacidade de identificar materiais, insumos e equipamentos de cada procedimento endoscópico realizado dentro de nossa instituição.

A rastreabilidade pode garantir que a segurança dos produtos e atributos de qualidade foram verificados antes e depois de cada exame/procedimento.

Junto ao resultado de cada exame, colocamos os seguintes critérios para Rastreabilidade:

 > Nome do Paciente;
 > Número de Prontuário em nosso Sistema;
 > Idade;
 > Procedimento Realizado;
 > Data do Procedimento;
 > Médico Responsável;
 > Marca e Modelo do Aparelho Endoscópico Utilizado;
 > Número de Série do Aparelho Endoscópico Utilizado;
 > Responsável Técnico pela Manutenção do Aparelho;
 > Saneante de Alto Nível utilizado para Lavagem e Desinfecção dos Aparelhos;
 > Validade e Lote do Saneante;
 > Marca e Modelo da Reprocessadora Automática de Endoscópios.

Todos os nossos aparelhos e equipamentos são submetidos a rigorosos testes e controles de qualidade diariamente para proporcionar aos nossos clientes o que há de melhor e mais seguro no que se remete a Endoscopias Digestivas Alta e Baixa.

Published in Blog
%AM, %18 %041 %2012 %00:%Jan

Setembro Verde

Segundo estimativas do Instituto Nacional de Câncer (Inca), em 2015 serão registrados 33 mil casos de cólon e reto. Para alertar a população sobre as formas de prevenção da doença, a Sociedade Brasileira de Coloproctologia (SBCP), em parceria com a Associação Brasileira de Prevenção do Câncer de Intestino (Abrapreci), realizará pela primeira vez a campanha Setembro Verde.

“A grande qualidade desse tipo de ação é trazer para o público formas eficientes de evitar o câncer do intestino. Uma campanha bem elaborada e bem direcionada salva vidas, compromisso fundamental de toda sociedade médica”, destaca Ronaldo Salles, presidente da SBCP.

Excluindo-se o câncer de pele não melanoma, o câncer colorretal é o terceiro tipo mais incidente no país (atrás apenas do câncer de próstata, com 69 mil novos casos previstos, e o de mama feminina, com 57 mil), mas um dos poucos tumores com alta chance de prevenção. Basta retirar, por meio de colonoscopia (exame que consiste na introdução no reto de um tubo flexível com uma minicâmera acoplada), os pólipos eventualmente encontrados. Os tumores se originam de pólipos que, inicialmente, são benignos.

Prevenção

Idade acima de 50 anos, dieta com alto teor de gordura, carnes, baixo teor de cálcio, obesidade, sedentarismo e tabagismo estão entre os fatores de risco. Algumas doenças crônicas do sistema digestivo, como a doença de Crohn e a colite ulcerativa, também estão relacionadas ao câncer de intestino, assim como alguns tumores ginecológicos.

A recomendação é realizar a colonoscopia a partir dos 50 anos. O presidente da SBCP esclarece que quem possui parentes de primeiro grau com câncer intestinal ou pólipos deve ficar mais atento e procurar o coloproctologista a fim de saber a melhor época e frequência para realização do exame.

Em geral, a doença pode ser prevenida com hábitos como: ingestão de fibras (25 a 30g por dia), frutas e verduras (duas xícaras e meia por dia), baixo consumo de gordura (principalmente as de origem animal como carne vermelha e queijos), prática regular de exercícios físicos e evitando-se o tabagismo e a ingestão exagerada de álcool.

O câncer colorretal geralmente não apresenta sintomas em estágio inicial. “Por isso é importante que pessoas após os 50 anos sejam submetidas à colonoscopia, mesmo que não apresentem queixas”, ressalta Salles. Quando não detectado inicialmente, pode causar perda de sangue nas fezes, dor abdominal, massa abdominal, alteração do ritmo intestinal, vômitos e náuseas, emagrecimento e anemia não explicados por outras causas.

Após detectada a doença, a recomendação de Salles é remover o tumor. “Se a cirurgia for considerada muito perigosa para um determinado paciente ou inviável nos casos muito avançados, optamos por não a realizar. De forma complementar, em alguns casos se recomenda quimioterapia e radioterapia”, afirma Salles. A boa notícia é que as chances de cura superam 60% quando considerado o total de casos diagnosticados e corretamente tratados.

 

Fonte: www.sbcp.org.br

Published in Blog
%AM, %16 %041 %2012 %00:%Jan

Câncer Colorretal: Dá para Prevenir!

Para, praticamente, todos os tipos de câncer, é interessante que o indivíduo tenha sempre hábitos de vida saudáveis, com alimentação rica em frutas, verduras, cereais integrais e exercícios físicos. Tratando-se mais diretamente do intestino, os alimentos ricos em fibras o protegem porque facilitam a evacuação, aceleram o trânsito intestinal e diminuem o tempo de contato das substâncias carcinógenas (que levam a formação de câncer) com a parede do intestino.
 
A reflexão sobre o seu estilo de vida é sempre uma forma de prevenir qualquer tipo de câncer, pois ao buscar equilíbrio, você certamente atingirá uma vida saudável. Confira algumas dicas para a prevenção do câncer colorretal:
 
Praticar exercícios físicos regulares
Não fumar
Não ingerir bebidas alcoólicas
Não ingerir alimentos defumados, enlatados ou embutidos
Não ingerir alimentos com corantes e/ou conservantes
Remover pólipos do intestino se diagnosticados pela colonoscopia
Ingerir alimentos ricos em vitamina C e E
Dieta rica em fibras e com pouca gordura de origem animal

Quais são os fatores de risco para o câncer colorretal?

Dieta com alto teor de gordura e pouca fibra, ingestão de carnes gordas assadas em carvão, frituras, manteiga, queijos amarelos, alimentos com corantes, alimentos salgados e defumados (linguiças, salames, salaminhos) que liberam nitrosaminas no intestino, que são substâncias cancerígenas.
 
Falta de exercícios físicos.
 
Fumo e álcool: o consumo de ambos está relacionado com vários tipos de tumores, incluindo o câncer do cólon e reto.
 
Idade: quanto maior a idade, maior o risco. A idade é um fator de risco importante, o câncer colorretal é mais comum após os 50 anos, contudo a doença pode ocorrer em pessoas mais jovens... Portanto, vale prevenir-se!
 
Pólipos: São tumores benignos, parecidos com verrugas que se desenvolvem na parede interna do cólon e reto. Cerca de 60% dos pólipos do intestino são adenomas e podem apresentar potencial para a malignidade. É importante o diagnóstico e tratamento precoce, principalmente após os 50 anos e se houver história de câncer colorretal na família.
 
História familiar de câncer intestinal: quanto mais pessoas de uma mesma família tiverem diagnóstico de câncer colorretal, maior o risco de se desenvolver a doença. Se o indivíduo tiver parentes próximos (pai, mãe, irmão, tios ou avós) que tiveram câncer de intestino, o risco de contrair a doença aumenta muito, especialmente se a doença acometeu um parente com menos de 40 anos de idade.
 
Antecedentes pessoais de outros tipos de câncer: Mulheres que tiveram câncer de ovário, endométrio (útero) ou da mama têm maior risco de desenvolver câncer colorretal.
 
Doença inflamatória intestinal: A retocolite ulcerativa (doença inflamatória intestinal que ocorre na mucosa do cólon) e a Doença de Crohn (inflamação crônica que pode atingir toda a extensão do aparelho digestivo – desde o esôfago até o ânus) são doenças inflamatórias do intestino, benignas, mas causadoras de inflamação da mucosa do aparelho digestivo. Estas doenças geram um maior risco de câncer colorretal, principalmente, após 8 anos de evolução.

Como é o tratamento do câncer colorretal?

O tratamento de câncer colorretal depende da localização do tumor, da extensão do tumor para outros órgãos e do quadro de saúde do paciente. Os pacientes são tratados por uma equipe multidisciplinar composta por cirurgião oncológico, oncologista clínico, radioterapeuta, nutricionista, enfermeiros estomaterapeutas e psicólogos.

Como ocorre o tratamento cirúrgico?

Cirurgia aberta

A cirurgia é o método de tratamento tanto para pacientes com câncer de cólon, como para aqueles com tumores retais. No câncer do cólon, procede-se à retirada do segmento intestinal onde está o tumor, assim como associada à retirada dos linfonodos correspondentes.
 
A retirada linfonodal é muito importante para o estadiamento e tratamento da doença. Todo o cuidado com a técnica de radicalidade cirúrgica (extensão da ressecção, retirada dos linfonodos, ligaduras dos pedículos vasculares e margens cirúrgicas) é muito importante. A lesão tumoral pode estar aderida a órgãos vizinhos e muitas vezes é necessário a ressecção tumoral em monobloco com órgãos vizinhos. Após a ressecção realiza-se uma anastomose (costura) entre as porções sadias do cólon ou entre o cólon e o reto.
 
No câncer de reto, a cirurgia é feita de 8 a 12 semanas após o tratamento com radioterapia e quimioterapia para tumores do reto baixo e médio. Nos tumores do reto, muitas vezes, é necessário a realização de uma ileostomia temporária de proteção ou colostomia definitiva, se os tumores estiverem muito próximos ao ânus.
Laparoscopia

A cirurgia endoscópica utiliza-se da colonoscopia para tratar lesões como retirada de pólipos e mucosectomias das lesões. A cirurgia videolaparoscópica é um procedimento que possibilita a introdução dos instrumentos pelo abdome e observar a parte interna do corpo e retirar a região que existe a lesão suspeita.
 
Quimioterapia
 
A quimioterapia é o tratamento com medicações que combatem as células tumorais, pode ser feita antes do tratamento cirúrgico e após a cirurgia de acordo com o resultado da análise da peça cirúrgica (exame anatomopatológico).

Radioterapia

A radioterapia é utilizada para o tratamento dos tumores retais e pode ser indicada para casos especiais de cólon.
 
Terapia Biológica

Para efetivar esse tipo de tratamento biológico, insere-se no organismo um anticorpo criado por um Linfócito B. Esse elemento produz anticorpos que ligam-se a outros organismos para padronizá-los e torná-los resistentes contra a evolução e disseminação da doença. O tratamento biológico pode ser realizado em conjunto com outros tipos de tratamentos como a quimioterapia.
Esse método é geralmente adotado em casos mais severos da doença e pode gerar fortes efeitos colaterais – precisando de medicamentos extras para regular o organismo. Entre esses efeitos colaterais estão:

Erupção cutânea
Dor abdominal
Diarréia
Sangramento Alergia
Alteração na pressão arterial
Problemas respiratórios
Sangramento

Como é o estadiamento do câncer colorretal?

O estadiamento do câncer colorretal é dividido de 0 a IV onde os estádios 0, I e II correspondem aos estádios mais precoces da doença, o estádio III refere-se a doença de alto risco (que pode recidivar com maior freqüência) e o estádio IV é a doença metastática, ou seja, que já atingiu órgãos à distância.
 
Como deverá ser a minha alimentação após a cirurgia e durante o tratamento?

Uma alimentação saudável é extremamente importante para o tratamento do câncer colorretal. Ao comer corretamente, você estará evitando que os tecidos do corpo sofram degenerações e ajudará na reconstrução dos tecidos que o tratamento possa ter prejudicado.

Além disso, a boa alimentação aumentará a disposição para enfrentar os possíveis efeitos colaterais do tratamento, colaborando para o bem-estar.  
 
É importante ter um planejamento alimentar no tratamento do câncer colorretal para responder bem as mudanças no corpo e as altas doses de medicamento. É indicado o acompanhamento de um nutricionista. Aqui vão algumas dicas de alimentação:
 
Evite o consumo de fritura e alimentos que contenham sal.
Mastigue bem os e coma devagar.
Faça refeições pequenas de três em três horas.
Faça um prato com grandes variações possíveis de verduras, legumes e cereais.
A hidratação constante com água, sucos naturais ou água de coco.
Evite alimentos industrializados.

Published in Blog
%AM, %30 %041 %2015 %00:%Set

Colonoscopia

Endoscopia Digestiva Baixa, ou somente Colonoscopia, é um exame que permite a visualização direta do interior do reto, cólon e parte do íleo terminal através de um tubo flexível introduzido pelo ânus, contendo em sua extremidade uma minicâmera de TV que transmite imagens coloridas, podendo ser fotografadas ou gravadas em vídeo.

Em que consiste o exame?

O paciente é posicionado em uma maca, deitado sobre o seu lado esquerdo. Depois de leve sedação, às vezes procedida por um anestesista, o interior do cólon é acessado através do tubo flexível introduzido pelo ânus. Para isso, o cólon deve estar limpo de fezes e resíduos alimentares, o que exige um preparo prévio, por isso todos os exames marcados por telefone nosso paciente precisa comparecer em nossa clínica, tanto para receber tal preparo quanto para comprar o laxativo indicado por nossos médicos. O aparelho é introduzido lenta, suavemente e de maneira progressiva no interior do cólon, permitindo o exame cuidadoso da mucosa. Durante o procedimento, pequenas quantidades de ar são injetadas dentro do intestino para melhorar a visualização, o que pode causar cólicas após o procedimento.

Alguns medicamentos que o paciente esteja tomando podem ser continuados normalmente, enquanto outros devem ser suspensos 48 a 72 horas antes do início do exame. Quaisquer condições especiais de saúde devem ser informadas ao médico.

Geralmente o exame é realizado em regime ambulatorial, sem necessidade de internação, durando de 20 a 30 minutos. Além de seu potencial diagnóstico direto, a colonoscopia também permite realizar biópsias da mucosa, corrigir pequenos sangramentos e retirar eventuais pólipos intestinais. O exame é inócuo e não ocasiona dor. Geralmente é aplicada uma sedação ligeira para deixar o paciente mais calmo e colaborativo. Não realizamos colonoscopias em crianças.

O paciente deve ir ao exame acompanhado pois os sedativos que tomará podem deixá-lo sonolento mesmo após o exame. Ele não deve dirigir ou voltar a trabalhar logo após o exame.

Por que a colonoscopia é solicitada?

A colonoscopia devia se constituir num exame preventivo a ser realizado periodicamente (mas não muito frequentemente) por todas as pessoas acima dos 50 anos, idade em que estão mais sujeitas ao câncer e aos pólipos intestinais. Ela permite a avaliação da mucosa do intestino grosso (onde em geral o câncer intestinal começa) e do calibre da luz dessa porção intestinal. Permite também a coleta de material para biópsia, a realização de retirada de pólipos, a descompressão de volvo intestinal e a hemostasia de sangramentos. Pode ainda ser realizada para diagnóstico e acompanhamento de tumores, para o diagnóstico de doença inflamatória e esclarecimento de outras patologias intestinais.

Em geral, o exame é indicado em casos de:

  > Dor abdominal de origem desconhecida
  > Sangramentos retais não precisados
  > Diarreia ou constipação crônica não esclarecida
  > Suspeita de neoplasias, de diverticulose ou de hemorragia digestiva baixa
  > Rastreamento de cânceres, de pólipos e de doenças inflamatórias intestinais
  > Além de outras condições menos comuns, a juízo médico
  > Quais são os riscos e as contraindicações desse exame?

Quase todo procedimento médico envolve riscos. A colonoscopia realizada por um profissional experiente torna rara a possibilidade de riscos. A combinação da experiência do profissional com a modernização dos equipamentos faz da colonoscopia um procedimento simples e seguro. As raras complicações se referem à possibilidade de sangramentos ou perfurações intestinais devido mais às condições das paredes intestinais do paciente do que ao exame em si.

As contraindicações absolutas da colonoscopia são:

  > Suspeita de abdome agudo
  > Suspeita de diverticulite aguda
  > Suspeita de megacólon tóxico

As contraindicações relativas mais importantes são:

  > Infarto recente do miocárdio
  > Embolia pulmonar recente
  > Neutropenia significativa
  > Terceiro trimestre da gravidez
  > Aneurisma da aorta
  > Esplenomegalia

Published in Coloproctologia
sound by Jbgmusic

Missão

  • Oferecer excelência e humanismo na qualidade das soluções em saúde, que se propõe a prestar, aos clientes que procurarem esta instituição

Visão

  • Ser reconhecida como liderança, ocupando a vanguarda na Assistência Médica.

Valores

  • Ética
  • Humanismo
  • Excelência
  • Qualidade
  • Pioneirismo