Schwartz & Paiva

Schwartz & Paiva

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Capsula Endoscópica

O exame de cápsula endoscópica é um procedimento simples, onde o paciente ingere uma pilula, que na verdade é uma microcamera. Esta cápsula, fotografa o tubo digestivo, em alta velocidade e com qualidade de imagem em alta resolução; esta microcamera percorre o tubo digestivo, e a medida que fotografa, envia as imagens para um receiver, que o paciente leva consigo ao sair da clínica (o envio das imagens se faz pela tecnologia da radiofrequência, não são necessários fios).

O exame pode ser direcionado a partes específicas do aparelho digestivo : esôfago, intestino delgado (fino) ou cólon (intestino grosso).

Tem diversas indicações, as mais comuns são: sangramento de origem obscura, portadores de doenças inflamatórias intestinais (Retocolite / Doença de Chron), análise do intestino delgado em pacientes com anemias a esclarecer, cólicas abdominais de origem obscura, monitoramento preventivo de câncer coloretal, em pacientes com contra indicação para a sedação e com necessidade de realizar endoscopia / colonoscopia.

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Enteroscopia por Duplo Balão

A enteroscopia de duplo balão é realizada com o paciente deitado e usa um tubo flexível com 2 m, designado enteroscópio de duplo balão, que possui na sua extremidade uma fonte de luz e uma câmara de vídeo que irá transmitir imagens ampliadas e de elevada definição para um monitor presente na sala onde o exame é realizado. Este enteroscópio tem também dois balões que depois de inflados se fixam à superfície do intestino delgado, permitindo a sua progressão controlada e facilitando a visualização. Na enteroscopia de duplo balão o acesso ao intestino delgado pode ser feito através da boca ou através do ânus. Além de ser o único método disponível actualmente para avaliar em detalhe a totalidade do intestino delgado em tempo real, na enteroscopia de duplo balão é também possível realizar procedimentos terapêuticos, como por exemplo colher fragmentos de tecido (biopsia), e tratar diversos tipos de problemas (tratar lesões hemorrágicas, remover pólipos, dilatar estenoses). A enteroscopia de duplo balão é sempre realizada sob anestesia, o que reduz significativamente o desconforto que lhe pode estar associado. Esta anestesia não implica o internamento do paciente, que poderá abandonar o local pelo seu pé pouco depois de terminado o exame. No entanto, será de toda a conveniência que o paciente seja acompanhado por alguém que lhe possa prestar o auxílio eventualmente necessário.

A realização de uma videoenteroscopia de duplo balão demora em média cerca 60-90 minutos; no entanto, pode ser mais demorada, especialmente se for necessário realizar algum procedimento terapêutico. Depois de terminado o exame é necessário aguardar algum tempo até que a recuperação esteja completa, período que deve ser passado em repouso, num local específico para o efeito.

Tratando-se de um procedimento em que se pretende visualizar de uma forma detalhada o intestino delgado é imprescindível que não estejam ali presentes alimentos. Assim, a realização de uma enteroscopia de duplo balão requer um período de jejum prévio de pelo menos seis horas. Em nossa clínica serão facultadas quando da marcação do exame todas as informações necessárias sobre esta preparação, bem como sobre os cuidados a ter depois do exame.

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Hemorróidas sem Dor

Nossa clínica foi a pioneira no Estado de Alagoas a contar com a mais inovadora técnica de cirurgia de hemorroidas do mundo, muito menos agressiva do que as técnicas tradicionais.

Chamada Dearterialização Hemorroidária Transanal guiada por Doppler (THD), a técnica foi desenvolvida por uma empresa italiana que produz o equipamento utilizado na cirurgia - realizada sem corte, sem dor, com rápida recuperação e mínimo risco de complicações pós-operatórias.

Caracterizada por um inchaço das veias e artérias do canal anal - com possível inflamação, hemorragia ou trombose - a doença hemorroidária atinge mais de 15 milhões de pessoas anualmente nos EUA e cria um desconforto muitas vezes curável somente com cirurgia.

A prevalência é igual entre homens e mulheres, mas homens tendem a procurar tratamento com mais frequência. Apesar disso, de acordo com estudos americanos, um terço dos pacientes com queixas consistentes de hemorroidas nunca foi ao médico. Talvez por medo da dor no pós-operatório e das complicações cirúrgicas. Agora, com a nova técnica, esse medo está com os dias contados.

O procedimento

As tradicionais cirurgias de hemorroidas contam com corte dos tecidos internos e remoção da veia desde o ponto onde nasce, ou com a remoção das hemorroidas internas por meio da utilização de um grampeador. No geral, essas técnicas são invasivas e provocam muita dor no pós-operatório, além de sangramento, risco de trombose das veias internas e externas e até rompimento de músculos.

No caso do grampeador – técnica considerada não invasiva – o risco de reincidência do problema e de um novo prolapso (exteriorização do reto através do ânus) continuam latentes e o pós-operatório ainda permanece com algum grau de dor e desconforto.

Já a nova técnica THD, que é realizada sem corte, não tem risco de sangramento e de trombose e nem chances de rompimento de músculos, e permite ao paciente voltar para casa até no mesmo dia, com baixíssimo risco de complicações.

O Doppler é um equipamento de ultrassom que mede o fluxo sanguíneo pelo som. Durante a cirurgia, ele é inserido no canal anal do paciente para identificar o pulso. Com uma agulha que passa pelo seu interior (sem oferecer risco de lesão de tecidos), o cirurgião costura a veia em um ponto específico, cessando a causa da doença.

Vantagens

"A maior vantagem da técnica realmente é oferecer um pós-operatório tranquilo, sem dor. Além disso, oferece mínimo trauma tecidual, pouca chance de complicações pós-operatórias, é indicada para a maioria dos casos e requer apenas anestesia local e sedação, com internação de apenas um dia", conclui o médico-cirurgião Julius Schwartz.

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Segurança na Anestesia

A anestesia moderna, devido aos avanços tecnológicos, segurança dos agentes anestésicos, treinamento dos anestesistas e correto preparo do paciente, deve proporcionar o máximo de conforto e principalmente segurança

O tipo de anestesia a ser realizado decorre do porte da cirurgia e das condições gerais do paciente. Podem ser: Local, Local com Sedação, Bloqueios Medulares (Raquidiana ou Peridural) e Geral. 

A ANESTESIA LOCAL é utilizada para cirurgias de menor porte, sendo a solução anestésica infiltrada no local ou próxima ao local da cirurgia, inibindo os nervos responsáveis pela sensibilidade a dor da referida região. 

SEDAÇÃO é uma técnica anestésica na qual medicações específicas são ministradas via endovenosa, com a finalidade de tranqüilizar o paciente, trazendo os seguintes benefícios: redução da ansiedade, controle da pressão arterial, redução do sangramento, analgesia, controle do vômito, conforto intra-operatório, ausência de depressão respiratória, manutenção dos reflexos protetores, diminuição dos riscos cirúrgicos.

No BLOQUEIO PERIDURAL e RAQUIMEDULAR os agentes anestésicos atuam nas raízes nervosas próximas à medula espinhal, bloqueando a dor nas áreas a serem operadas. São utilizadas geralmente para cirurgias no abdome (Abdominoplastia, Lipoaspiração) e membros inferiores (Dermolipectomia de Coxas, Lipoaspiração, etc). Geralmente está associada a sedação, para maior conforto do paciente.

A ANESTESIA GERAL, difamada e temida injustamente, deve a sua má fama a tempos anteriores, quando a tecnologia e os medicamentos eram menos desenvolvidos, causando grande desconforto no pós-operatório. 

Medos infundados de morte por “choque anafilático” durante a anestesia são resultado de informações distorcidas, pois para situações reais de anafilaxia grave (reação alérgica aguda e intensa) uma parte do tratamento consiste em medidas de suporte muito semelhantes a uma anestesia geral. Por isso a importância de infra-estrutura adequada. 

Portanto, ao se programar uma cirurgia é fundamental realizar uma avaliação pré-operatória detalhada, com exames complementares e avaliação de especialistas quando necessário, para poder então, optar pelo melhor tipo de anestesia, ou seja , aquela que ofereça ao paciente a melhor relação custo-benefício.

Confira abaixo o Dr. Rui Lisboa, falando um pouco de como funciona os processos anestésicos em nossa clínica.

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Constipação Intestinal

Popularmente chamada “prisão de ventre”, é uma situação em que o paciente evacua com pouca frequência (uma vez a cada três ou quatro dias ou mais) e sob grande esforço, fezes excessivamente duras e pequenas. Essa “prisão de ventre” é apenas um sintoma e não uma doença em si mesma e ocorre em virtude de outras doenças ou da diminuição do conteúdo de líquido nas fezes.

Quais são as causas da constipação intestinal?

As causas da constipação intestinal podem ser alterações estruturais ou funcionais e cada uma delas pode ser aguda ou crônica. As alterações estruturais são detectáveis pelos métodos de investigação por imagens, como radiografias, tomografias computadorizadas, ressonâncias magnéticas, endoscopias, microscopias, etc. As alterações funcionais são representadas por modificações nos movimentos intestinais que conduzem o alimento através do intestino e podem ser percebidas usualmente ao exame clínico. Na maioria das vezes, são de curta duração e ocasionadas por mudança alimentar, pós-operatórios, falta de exercícios, gravidez, obesidade, quadros febris, medicações, etc. Algumas alterações funcionais crônicas são ditas idiopáticas, porque não se consegue determinar a causa delas e correspondem àquilo que o leigo costuma chamar de “intestino preguiçoso”.

A constipação também é causada por uma alimentação pobre em fibras, baixa ingestão de líquidos, hábitos sedentários, certas doenças (hipotireoidismo, diabetes, insuficiência renal crônica, etc.), medicamentos (antidepressivos, opiáceos, alguns anti-hipertensivos, etc.), patologias neurológicas ou musculares e situações psiquiátricas como depressões e demências.

Há pessoas que se queixam de constipação intestinal apenas quando se encontram em ambientes estranhos ou quando alteram sua rotina e alegam que ele se normaliza quando retornam às suas atividades normais.

Quais são os principais sinais e sintomas da constipação intestinal?

O que uma pessoa com constipação intestinal sente varia muito de um indivíduo para outro e num mesmo indivíduo, ao longo do tempo. As pessoas podem se queixar de passar dias sem esvaziar os intestinos, dificuldades ou lentificação para evacuar, às vezes desde a infância, dores abdominais ao evacuar, sensação de evacuação insatisfatória, necessidade de ajuda manual para extrair as fezes, eventuais sangramentos ao evacuar ou proceder à higiene, em razão do rompimento de pequenos vasos sanguíneos, desconforto abdominal, eliminação de muco e/ou sangue, etc. Além disso, as pessoas se queixam de inquietude, indisposição, dor de cabeça e alterações do humor, entre outras alterações comportamentais.

Como o médico diagnostica a constipação intestinal?

Quando um paciente queixa-se de constipação intestinal, o passo inicial deve ser o levantamento da história do paciente, seguido de um exame clínico minucioso, para que o médico possa determinar as causas desse sintoma. É importante conhecer o hábito evacuatório do paciente ao longo do tempo, bem como as características das fezes passadas e atuais e se há ou não a presença de muco, sangue ou pus.

O toque retal e a retoscopia são exames mandatórios. As investigações devem prosseguir com exames de sangue, que também podem ser úteis para o controle da evolução do tratamento. As radiografias contrastadas do intestino são muito úteis, mas podem ser substituídas com vantagens pela colonoscopia, sempre que ela esteja disponível. Um estudo da motilidade intestinal pode ser realizado por meios próprios (exame radiológico intervalado, manometria anorretal, eletromiografia, etc.).

Como o médico trata a constipação intestinal?

Como medida mais radical, deve-se procurar tratar ou corrigir as enfermidades causais da constipação intestinal. Algumas medidas adicionais podem ser adotadas: diminuir a dose ou alterar o tipo de medicamento que possa estar causando o problema, aumentar a ingestão de fibras, ingerir alimentos com propriedades laxativas, usar laxativos orientados pelo médico, etc. Os supositórios e lavagens intestinais têm indicações precisas e só devem ser usados sob orientação médica. Meios cirúrgicos podem ser usados em casos de lesões obstrutivas ou de lesões anais dolorosas.

Um caso especial de dificuldade de evacuar é o fecaloma (acúmulo de fezes endurecidas e secas no reto), que pode ocorrer em pacientes idosos, psiquiátricos ou neurológicos. A solução demanda o uso de lavagens intestinais e supositórios, mas pode exigir uma descompactação manual das fezes, sob sedação ligeira. 

Como prevenir a constipação intestinal em adultos?
     Alguns conselhos são importantes para evitar a constipação intestinal:

  > Procure evacuar com regularidade, em horários pré-estabelecidos, mesmo que não esteja com “vontade”. É importante criar este hábito.
  > Acrescente à sua dieta a ingestão regular de alimentos contendo fibras como cereais integrais, pão integral, arroz integral, macarrão integral, legumes, verduras, frutas e sementes de linhaça.
  > Aumente a ingestão de líquidos diários para pelo menos seis a oito copos de água por dia, além de sucos naturais.
  > Procure tratar as enfermidades causais subjacentes.

Quais são as complicações possíveis da constipação intestinal em adultos?

A constipação intestinal pode levar a complicações como diverticulose, hemorroidas, fissuras anais e mesmo câncer do intestino. 

Refluxo é uma condição crônica decorrente do retorno de conteúdo do estômago e duodeno para o esôfago, acarretando sinais ou sintomas esofagianos variados que podem estar associados ou não a lesões nos tecidos.

Quais são as causas?

O refluxo ocorre quando o músculo localizado no fim do esôfago, chamado de esfíncter inferior do esôfago, não funciona adequadamente. Este músculo deveria estar fechado na maior parte do tempo, abrindo apenas para a entrada de alimentos no estômago. Mas ele pode apresentar uma certa incapacidade e não se fechar completamente, o que permite o retorno do conteúdo do estômago para o esôfago.

Outras situações podem contribuir para o refluxo, como a elevada produção de ácido gástrico, obesidade, gravidez, hérnia de hiato, síndrome de Zollinger-Ellison, hipercalcemia e esclerose sistêmica.

Sintomas

  > Pirose (azia): sensação de queimação no peito, atrás do esterno, que pode chegar até a garganta. Este é o sintoma mais comum do refluxo, podendo piorar quando a pessoa come, agacha ou deita. Às vezes ela é confundida com infarto do miocárdio ou angina
  > Sensação de plenitude gástrica: relatada pelos pacientes como inchaço no estômago ou má digestão
  > Dor em queimação na “boca do estômago” (abdome superior), que normalmente acorda a pessoa no meio da noite
  > Eructação (arrotos)
  > Náuseas
  > Excesso de salivação
  > Regurgitação ácida: refluxo de líquidos ou alimentos do estômago à boca
  > Disfagia (dificuldade para engolir): manifestada por engasgos
  > Sensação de asfixia noturna
  > Rouquidão, principalmente pela manhã
  > Dor de garganta
  > Pigarro ou necessidade de limpar a garganta repetidamente
  > Tosse crônica, pneumonias de repetição, asma, sinusite crônica
  > Desgaste do esmalte dentário, halitose (mau-hálito)

A intensidade e a freqüência dos sintomas não são sinais de gravidade da esofagite. Mas existe correlação entre o tempo de duração dos sintomas e o aumento do risco para o desenvolvimento do Esôfago de Barrett e do adenocarcinoma (câncer) do esôfago.

Alguns sintomas são considerados “manifestações de alarme” e devem ser investigados mais rapidamente. São eles: dificuldade para engolir, dor de garganta, anemia, hemorragia digestiva, emagrecimento, história familiar de câncer, náuseas e vômitos, além de sintomas de grande intensidade e/ou de ocorrência noturna.

Como o médico faz o diagnóstico?

O diagnóstico é realizado a partir de uma história clínica detalhada. Os pacientes que apresentam sintomas com freqüência mínima de duas vezes por semana, ao longo de 4 a 8 semanas, devem ser considerados possíveis portadores da DRGE.

Como as manifestações clínicas são variadas, podem ser necessários exames complementares como a endoscopia digestiva alta, exame radiológico contrastado do esôfago, cintilografia, manometria, pHmetria de 24 horas ou teste terapêutico para auxiliar no diagnóstico.

Em nossa clínica, procure o Dr. Henrique Malta para avaliar os seus sintomas e a necessidade de realizar exames complementares para o diagnóstico.

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Bioimpedância

Saber qual é a condição atual de seu corpo pode parecer uma tarefa fácil, mas acredite, há diversas informações que podem permanecer desconhecidas mesmo com a realização de exames de rotina. Pessoas que buscam modificações corporais, como ganho de massa magra e redução de percentual de gordura, podem se submeter ao exame de bioimpedância.

Esse exame é reconhecido como uns dos mais completos para identificação mais detalhada sobre suas informações nutricionais. A partir de agora, você compreenderá um pouco mais sobre esse exame e reconhecerá que os exames realizados em algumas academias podem se tornar apenas simbólicos, se comparados ao exame de bioimpedância.

O que é?


O exame de Bioimpedância é voltado para uma análise completa para avaliação do seu peso corporal. Ele é eficiente para distinção de peso de ossos, massa magra e gorduras. O exame pode calcular percentual de hidratação, gordura corporal e massa magra. Ele pode ser utilizado para a identificação de casos de obesidade ou inchaços, já que é capaz de calcular as gorduras que também exigem maior complexidade para serem identificadas.

Se você deseja perder peso ou ganhar massa muscular, pode se submeter ao exame de Bioimpedância periodicamente, para que essa se torne a melhor forma de controle sobre os rendimentos de sua dieta e exercícios físicos. Dessa forma, você poderá alcançar suas metas de acordo com o seu planejamento, já que conhecerá mais sobre seu próprio corpo.

Esse exame é realizado com a colocação de dois pares de eletrodos adesivos na mão e no pé direito, onde ocorre a passagem de uma corrente elétrica. O procedimento não proporciona dores e é realizado em poucos minutos.

Este procedimento pode calcular os valores correspondentes ao seu corpo que serão expostos abaixo:

  > Quantidade real em porcentagem de gordura corporal
  > Peso real em percetual de peso de gordura
  > Seu peso total
  > Quantidade total em percentual de água corporal
  > Sua TMB (Taxa Metabólica Basal), que equivale às calorias gastas diariamente
  > Calcula seu índice de massa corporal
  > Compara e cria relação entre as medidas de quadril/cintura

Recomendações (O exame de Bioimpedância exige alguns procedimentos para que seja realizado de forma segura e sem prejuízos à sua saúde).

  > Recomenda-se não consumir medicamentos diuréticos nos 7 dias que antecedem o teste.
  > Permanecer em jejum pelos menos 4 horas antes do procedimento.
  > Não consumir bebidas alcoólicas durante as 48 horas que antecedem o exame.
  > Não consumir cafeína durante as 24 horas que antecedem o teste.
  > Mulheres não devem estar no período pré-menstrual.
  > Não é indicada a pratica de exercícios físicos durante as últimas 24 horas.
  > Recomenda-se urinar pelo menos 30 minutos antes do teste.
  > Deve-se manter em repouso de 5 a 10 minutos em posição de decúbito dorsal antes de se submeter ao procedimento.
  > É ideal que o consumo seja diário, mas especialmente para o exame, é recomendável o consumo de pelo menos 2 litros de água no dia que anteceder o procedimento.

               A maioria das balanças de bioimpedância não são profissionais, então não oferecem o mesmo suporte oferecido por consultórios.

               O exame de Bioimpedância é contra indicado para gestantes e pessoas que possuam marcapasso.

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ES Complex

Composto por eletrosensores que em conjunto com um software específico mede cerca de 30 parâmetros da fisiologia humana o ES Complex, é um exame não invasivo, indolor, rápido e relativamente fácil de realizar. Este teste está certificado pela CE, FDA e Anvisa.

Este exame utiliza várias análises: a bioimpedância, o biofeedback, estimulação elétrica, resposta galvânica da pele e a oximetria. Através destas análises, o teste ES Complex faz uma avaliação do risco de vir a desenvolver doença cardiovascular, cerebrovascular, faz uma avaliação do estado geral das hormonas nomeadamente da tiróide, da leptina e do cortisol. Para além disso, faz uma avaliação da drenagem do sistema linfático, do estado geral da coluna, do processo de envelhecimento, do gasto diário de energia e uma avaliação enzimática do funcionamento dos orgãos internos. Também é muito utilizado para a determinação das intolerâncias alimentares, pois ele deteta quais os alimentos que causam reação no organismo, quais os alimentos que melhoram o funcionamento deste, as carências nutricionais e a associação de alimentos ideal ao melhor funcionamento do organismo.

As intolerâncias alimentares têm um papel fundamental para o plano nutrigénese, pois assim é possível traçar um plano alimentar de acordo com o funcionamento do organismo, pois, por vezes os resultados de certos tratamentos e dietas não são satisfatórios devido a não se ter em conta todas as intolerâncias alimentares que a pessoa tem. As intolerâncias alimentares normalmente causam algum tipo de sintomas em que não são valorizados como sendo provocados pelas intolerâncias alimentares como é o caso das enxaquecas, alterações gastrointestinais, cólicas, flatulência entre outras, daí a importância da realização do teste ES Complex quer para a prevenção de qualquer tipo de patologia como para deteção das intolerâncias alimentares.

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A Importância da Rastreabilidade

A rastreabilidade para algumas indústrias é uma exigência legal. Além disso, é um elemento básico em planos de segurança e de gestão da qualidade na organização.

Estabelecer um bom sistema de rastreabilidade, mesmo quando problemas não estão previstos é útil para segurança do paciente, e para mostrar responsabilidade sob o serviço ofertado. Um bom sistema de rastreabilidade garante controle completo sobre a complexidade de informações e materiais utilizados no procedimento.

Mas afinal o que é rastreabilidade?

Rastreabilidade nada mais é que a capacidade de identificar materiais, insumos e equipamentos de cada procedimento endoscópico realizado dentro de nossa instituição.

A rastreabilidade pode garantir que a segurança dos produtos e atributos de qualidade foram verificados antes e depois de cada exame/procedimento.

Junto ao resultado de cada exame, colocamos os seguintes critérios para Rastreabilidade:

 > Nome do Paciente;
 > Número de Prontuário em nosso Sistema;
 > Idade;
 > Procedimento Realizado;
 > Data do Procedimento;
 > Médico Responsável;
 > Marca e Modelo do Aparelho Endoscópico Utilizado;
 > Número de Série do Aparelho Endoscópico Utilizado;
 > Responsável Técnico pela Manutenção do Aparelho;
 > Saneante de Alto Nível utilizado para Lavagem e Desinfecção dos Aparelhos;
 > Validade e Lote do Saneante;
 > Marca e Modelo da Reprocessadora Automática de Endoscópios.

Todos os nossos aparelhos e equipamentos são submetidos a rigorosos testes e controles de qualidade diariamente para proporcionar aos nossos clientes o que há de melhor e mais seguro no que se remete a Endoscopias Digestivas Alta e Baixa.

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Ecoendoscopia

Ecoendoscopia, também conhecida como ultrassonografia endoscópica, é um exame que associa a endoscopia digestiva convencional com a ultrassonografia em um único equipamento. Através dela é possível avaliar as camadas mais profundas  de cada órgão do tubo digestivo, além de outros  órgãos do abdômen, tais como fígado, pâncreas, vesícula biliar, útero, ovários e linfonodos  e mediastino, entre outros. Além disso, é possível obter material de lesões suspeitas através de punções e  biópsias com agulha própria para esta finalidade.

As indicações mais frequentes para sua realização são a avaliação de tumores do aparelho digestivo, a avaliação de lesões da parede do tubo digestivo (sub-epiteliais), a avaliação de doenças dos canais  biliares no fígado e fora dele, doenças do pâncreas,de linfonodosno tronco celíaco e mediastino (área nobre do tórax entre os dois pulmões em que se esta localizado o coração).

O procedimento de ecoendoscopia pode ser só para fazer diagnósticos, (onde nenhum outro procedimento associado é realizado) ou terapêutico (quando são associadas biópsias com agulha, drenagem de conteúdo de cistos,  ou acesso aos canais biliares).

O exame diagnóstico é tão seguro quanto uma endoscopia convencional.

Já a realização de biópsias está associada à um risco um pouco maior, mas ainda bem baixo, de complicações como sangramento e infecção.

Caso ainda tenha alguma dúvida, marque uma consulta com o seu médico.

 

Fonte:
http://gastro.com.br/

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  • Oferecer excelência e humanismo na qualidade das soluções em saúde, que se propõe a prestar, aos clientes que procurarem esta instituição

Visão

  • Ser reconhecida como liderança, ocupando a vanguarda na Assistência Médica.

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  • Ética
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